Queria poder escrever no escuro. Deixar as silhuetas imaginadas da noite passarem pela navalha do lápis e sangrarem o papel.
A lâmpada afoga na garganta o grito. Ou o choro nervoso. A saudade de um beijo molhado no pescoço.
E aquela vontade de palavras que circula até as pontas dos dedos dos pés.







2 comentários
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setembro 10, 2011 às 10:04 pm
Edgar Arisitmunho
Mariana,
Vou acompanhar as tuas linhas.
Ed (Literatura Nonada)
janeiro 20, 2012 às 2:17 pm
Pollyana
“Aquela vontade de palavras que circula até a ponta dos pés”…
Palavras nas veias…Sinto assim também…
Gostei do texto…